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	<title>TENHA FÉ &#187; liberdade</title>
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		<title>Pai e filho são encontrados mortos em São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 19:17:14 +0000</pubDate>
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Uma carta deixada pelo advogado Renato Ventura Ribeiro,         encontrado morto na quarta-feira (22) ao lado do filho de 5         anos, é para a polícia a prova de que Ribeiro planejou         assassinar [...]]]></description>
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<p>Uma carta deixada pelo advogado Renato Ventura Ribeiro,         encontrado morto na quarta-feira (22) ao lado do filho de 5         anos, é para a polícia a prova de que Ribeiro planejou         assassinar o filho e se matar em seguida. Segundo a polícia, ele         tomou a atitude, conforme escrito no bilhete, para “corrigir o         erro, abreviando-lhe [ao filho] o sofrimento”.</p>
<p>De acordo com as investigações, o advogado, que         também era professor da Universidade de São Paulo, não aceitou         perder a guarda da criança. Em janeiro, a Justiça determinou que         a mãe da criança, também advogada, ficaria com a guarda do         filho. Um mês depois da decisão, o advogado comprou uma pistola         e fez um curso de tiro.</p>
<p>O menino chegou ao apartamento do pai, na Zona Sul         de São Paulo, na sexta-feira (17). Ele ficaria com o advogado         até domingo (19). Na data, a mãe registrou um boletim de         ocorrência por não ter conseguido localizar o filho. Na         quarta-feira, a faxineira que trabalhava no apartamento do         advogado encontrou os corpos dos dois dentro do quarto.</p>
<p class="materia-intertitulo"><strong>Leia a íntegra da carta </strong></p>
<p>“Aos meus amigos,</p>
<p>Em primeiro lugar, saibam que estou muito bem e         que a decisão foi <strong><span style="color: #ff0000;">fruto de cuidadosa reflexão e poderação</span></strong> (sic).</p>
<p>Na vida, temos prioridades. E a minha sempre foi         meu filho, acima de qualquer outra coisa, título ou cargo.</p>
<p>Diante das condições postas pela mãe e pela         família dela e de todo o ocorrido, ele não era e nem seria         feliz. Dividido, longe do pai (por vontade da mãe), não se         sentia bem na casa da mãe, onde era reprimido inclusive pelo         irmão da mãe bêbado e agressivo, fica constrangido toda vez que         falavam mal do pai, a mãe tentando afastar o filho do pai etc. A         mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a         Disney com o pai, privando o filho do presente de aniversário         com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico         lugar sobre o qual os colegas de escola falavam.</p>
<p>No futuro, todas as datas comemorativas seriam de         tristeza para ele, por não poder comemorar junto com pai e mãe,         em razão da intransigência materna.</p>
<p>Não coloquei meu filho no mundo para ficar longe         dele e para que ele sofresse. Se errei, é hora de corrigir o         erro, abreviando-lhe o sofrimento.</p>
<p>Infelizmente, de todas as alternativas, foi a que         me restou. É a menos pior. E pode ser resumida na maior         demonstração de amor de um pai pelo filho.</p>
<p>Agora teremos liberdade, paz e poderei cuidar bem         do filho.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong> Fiquem com Deus!”</strong></span></p>
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